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A cada dia que passa ficamos cada vez mais perturbados com a corrupção em nosso país. Esse câncer, em estado avançado, está destruindo oportunidades e dilacerando sonhos. O rombo gerado por essa moléstia será pago, mais uma vez, por nós, contribuintes.

O Partido dos Trabalhadores chegou ao poder, após três derrotas consecutivas na corrida presidencial e oposição sistemática ao governo Fernando Henrique Cardoso, com o discurso de paladino da justiça. Na onda da estabilidade econômica, gerada no governo FHC, usou da esperança, que reascendia no brasileiro, como sua principal plataforma de campanha.

Não demorou para o PT mostrar a sua verdadeira face. Logo após a chegada do partido ao poder, o então presidente Luís Inácio Lula da Silva implementou seu primeiro esquema, após vitória nas urnas: O Mensalão. Com o esquema o governo Lula financiava parlamentares para garantir apoio no congresso.

A corrupção no governo petista não parou no Mensalão, está em seu DNA. Era Lula, agora é Dilma. A corrupção se tornou patrimônio político do PT.

Durante campanha eleitoral a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, afirmava que seu governo realizava duro enfrentamento aos corruptos. Mentira! Na verdade nunca antes na história desse país, um governo esteve tão mergulhado em corrupção.

Com a abertura da Operação Lava Jato, cuja deflagração ocorreu no dia 17 de março de 2014, ficou explícito que a corrupção é endêmica na gestão Lula/Dilma (PT). Só na Petrobrás a estimativa de prejuízo é de quase 20 bilhões. Porém esse número pode ser bem maior.

Como disse Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” Nós não podemos acreditar que só existe esse caminho.

É necessário a população brasileira dar um basta na corrupção. Tolerância zero. Só assim, iremos mudar esse quadro. A eleição e manutenção de políticos corruptos é um ataque ao nosso desenvolvimento, é um ataque a nossa democracia.

Sou favorável à saída da presidente Dilma Rousseff. Isso não é golpe, é a mais pura manifestação da democracia. A abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff é um caminho natural e legitimo.

A oposição brasileira deve cumprir seu papel, sua omissão será lembrada. Já erramos uma vez com o presidente Lula, no caso do Mensalão. Não podemos errar mais uma vez com a corrupção, estelionato eleitoral e crise generalizada no governo petista.

Bruno Alves é Secretário-Geral Nacional da Juventude Democratas e Presidente da Juventude Democratas da Bahia