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O Incêndio em Notre-Dame e a preservação da história ocidental em Salvador; por Matheus Cavalcante

A preservação da essência da arquitetura do mundo ocidental, no consternar das pessoas em geral, mostra sinais de vida. Quando pensávamos que ninguém além de empresas de turismo e meia dúzia de conservadores iriam se importar, as redes sociais se inundam de tristeza com o incêndio da Catedral de Notre-Dame. Se isso não é a prova de que a Democracia Cristã está viva e não cederá ao modernismo barato e o culto ao lucro, não sei o que é.

Em Salvador, é notório o quanto a Prefeitura vem se tornando um exemplo de resiliência. Nosso Centro Histórico, nosso amado Pelourinho, não é o mesmo de 10 anos atrás, mas é bem parecido com o de 30 anos atrás. Um dos eixos do Salvador 360, que vem se mostrando o maior trunfo da Gestão do Prefeito ACM Neto, trata da recuperação do nosso Centro Histórico.

O Pelourinho, que antes era uma cracolandia, voltou a ser um espaço de entretenimento e convivência. Até 2020, estão previstos 200 milhões em investimentos. A requalificação da Catedral Basílica de Salvador, da Avenida 7 de Setembro, da Praça Cayru, os museus da música e da história de Salvador, são só alguns exemplos de que com o jeito Democratas de governar Salvador voltou a respirar e fez as pazes com sua cultura.

Em uma época onde um lado quer destruir tudo por lucro e o outro por ideologia, há um caminho ao centro que permanece inabalável na defesa do Brasil que vai dar certo.

Matheus Cavalcante é Coordenador da Comissão de Economia, Comércio e Gestão Fiscal da Juventude Democratas Brasil.