Artigos

O último dia 13 de Março entrou para os anais da história como o maior ato de liberdade contra a opressão governamental e a corrupção sistemática que o PT inaugurou.

Agora, momento em que recorremos aos clássicos e à história para buscar comparações ou justificativas para a convulsão social pela qual o país passa é necessário por o pé no chão e apoiar um quadro de transição para o país. É inevitável que haja o impeachment ou a renúncia a médio prazo e, por isso, precisamos ser coerentes, deixar a paixão de lado e sentar à mesa para dialogar sobre a melhor saída.

Por ser historiador não acredito que grandes rupturas são boas a longo prazo e por isso defendo que Michel Temer seja a transição, pois sua história mostra que é alguém qualificado, moderador e que tem apoio no cenário nacional para tal.

Existem sim focos de resistência que, por ambição pessoal, estão jogando pela queda via TSE, o que faria o país sangrar até 2017, tese defendida pela cria do PT, que hoje está na Rede, Marina Silva.

Enquanto isso, nomes que estão fazendo oposição firme e que não estão visando interesses pessoais e eleitorais foram aplaudidos nas manifestações como Mendonça Filho e Ronaldo Caiado.

O país não quer um possível trauma novo, mas sim soluções reais e de curto prazo, então faça-se presidente Michel Temer, o povo, os empresários e a classe política o apoiarão para evitar assim um mal maior que é a continuidade do PT a empurrar o país para mais um desastre da esquerda latino-americana.

Paulo Carvalho é Diretor da Baixada Fluminense da Juventude Democratas do Estado do Rio de Janeiro