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Quando a boa gestão faz a diferença, por Bruno Kazuhiro

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A boa gestão pública, com respeito ao dinheiro do contribuinte, disciplina nos gastos, inteligência administrativa, foco no interesse coletivo, olhar no futuro, precaução e criatividade, sempre faz a diferença em qualquer situação. Contudo, quando se trata de um país em desenvolvimento e de um cenário de crise, com diversos obstáculos a serem superados, essas boas práticas de gestão deixam de ser apenas positivas e passam a ser indispensáveis.

No caso do Ministério da Educação não é diferente. Os últimos meses do governo de Dilma Rousseff foram recheados de péssimas notícias vindas de uma das áreas mais importantes para a nossa sociedade e o seu desenvolvimento. Problemas graves no FIES, no ProUni, no Pronatec, nas universidades federais e, até mesmo, na educação básica, afligiam os brasileiros, principalmente os jovens.

Nas últimas semanas, esse enredo mudou. E mudou para melhor. O Ministério da Educação passou a apresentar boas notícias, mostrando recuperação e força. Se o cenário econômico continua inspirando cuidados, o que gerou essa transformação?

O Ministro Mendonça Filho, do nosso Democratas, tem sido elogiado por diversos especialistas e por membros do governo por sua capacidade de, junto com o trabalho da Presidência da República, recuperar o otimismo no MEC e anunciar boas e importantes medidas, demonstrando a qualidade administrativa do Democratas, que já havia sido trazida por Cesar Maia no Rio de Janeiro e hoje é comprovada em Salvador pelo Prefeito ACM Neto, o mais bem avaliado do país, com 86% de aprovação mesmo em tempos de crise.

Notícias como a liberação de mais de R$ 740 milhões para programas de educação básica a serem realizados em cerca de 1200 municípios brasileiros, a recuperação do FIES com 75 mil novas vagas, o aumento do investimento no Pronatec, a injeção de R$ 80 milhões na construção de novas escolas e creches, a boa organização da nova edição do ENEM e o aporte de R$ 338 milhões no Programa Dinheiro Direto na Escola, que dá mais autonomia e dignidade aos diretores escolares, são demonstrações claras de que os problemas econômicos não são justificativa para uma má gestão.

A realidade é que faltava competência aos petistas para gerenciar a educação brasileira, mesmo nos tempos de bonança, que dirá nos momentos de crise. Agora, Mendonça Filho e o Democratas provam que, com habilidade e capacidade de gestão e deixando de lado quem só quer atrapalhar, é possível fazer muito com pouco e, com a recuperação da economia nacional, será possível fazer ainda mais.

Enquanto trabalhamos para que o Democratas possa implementar suas ideias em cada vez mais cidades e estados do país, o novo MEC demonstra, mais uma vez, que a boa gestão faz a diferença.

Bruno Kazuhiro é Formado em Direito pela UFRJ, Mestre em Ciência Política pela UERJ e Presidente Nacional da Juventude Democratas