Ousadia responsável, por Bruno Alves

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O Ministro do Estado da Educação, Mendonça Filho, imprimiu seu ritmo e colocou a educação no centro da discussão nacional. Em um momento de adversidade, fruto de um modelo de poder esgotado, o ministro enfrentou a crise e resolveu acelerar a tramitação do Novo Ensino Médio.

A discussão do novo modelo já permanecia há mais de 20 anos. Há 5 anos que se arrasta no Congresso Nacional, não era prioridade. Com a Medida Provisória nº 746, de 22 de setembro de 2016, que trata da criação do Novo Ensino Médio, o processo ganhou a celeridade e prioridade que a pauta determina.

Vários são os motivos para a mudança. O Ensino Médio brasileiro estava falido, defasado, sem atratividade e sem perspectivas de futuro para os jovens. O IDEB estagnado desde 2011 e o PISA, avaliação internacional, demostram o fracasso de um modelo inflexível e ultrapassado.

O Novo Ensino Médio dá autonomia e protagonismo ao jovem para escolher diferentes itinerários formativos do conhecimento e atuação profissional. O Brasil deu um grande passo para a construção de um novo caminho. Realiza, nesse momento, a maior mudança estrutural na educação dos últimos 20 anos.

O presidente Michel Temer está de parabéns por acreditar, apoiar, defender e acompanhar todo processo que levou até a sanção da Lei do Novo Ensino Médio. É preciso ter coragem para fazer as reformas que o Brasil precisa.

Bruno Alves ė Secretário-Geral Nacional da Juventude Democratas

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